Será que fazer o que o senso comum manda leva a uma vida saudável?
Com certeza um dos principais fatores par uma vida saudável é a dieta alimentar (forma de se alimentar e não de regimes para perda de peso).
Outros fatores importantes são dormir bem, nível de stress controlado e atividade física regular.
Boa dieta é aquela que dá níveis adequados de energia e nutrientes necessários para o organismo desempenhar bem suas funções, com consequente manutenção do peso em níveis adequados.
Este tipo de dieta reduz a probabilidade de doenças no curto e longo prazo.
A visão tradicional de dieta saudável, baseada na famosa pirâmide alimentar, nos diz que devemos concentrar nossa alimentação em carboidratos (pães, massas, grãos entre outros) com importante participação de proteínas e o mínimo de gordura.
Ela também diz que devemos evitar a gordura saturada proveniente de animais pois esta provavelmente vai entupir as artérias, já que aumenta o colesterol LDL (conhecido como "ruim").
No caso de pessoas que querem perder peso, o senso comum e a maioria dos nutricionistas já tem a receita pronta: reduzir as porções e se exercitar mais! Eles acreditam na fórmula mágica do balanço energético (calories in - calories out): é só gastar mais calorias do que consumimos!
Por que então tantas pessoas seguem estes conselhos por tanto tempo e não conseguem emagrecer no médio/longo prazo?
Por que elas ficam a mercê do odiado efeito sanfona? Por que cresce a quantidade de pessoas com diabetes tipo 2 e doenças cardíacas/vasculares ainda são campeãs no ranking de causa de mortalidade?
Algo parece estar errado. Ao longo de nossa trilha gostaríamos de desmistificar estes assuntos e mostrar que nem sempre o senso comum faz sentido.
Veja nossa visão de dieta saudável baseada nos autores [1] que acreditam em algo alternativo ao tradicional - a alimentação à base de Comida de Verdade, com fundamentos vindo da teoria da evolução humana:
- menor capacidade de geração rápida de glicose no sangue;
- mais natural possível (baixo uso de conservantes, estabilizantes e afins, assim como ausência de processos industriais químicos e físicos pesados);
- nosso corpo esteja adaptado a processar de forma eficiente (eficiência aqui não tem o mesmo sentido de eficiência metabólica).
Na prática, isso significa:
- reduzir drasticamente (se possível eliminar) a ingestão de carboidratos simples refinados vindos de alimentos com açúcar, glúten, grãos (mesmo os integrais) e farinha de trigo principalmente e óleos de grãos
- cuidar para que sua as gorduras saturadas e mono insaturadas tenham papel importante como fonte de energia [2], evitando-se as trans e poliinsaturadas (com exceções);
- que não é necessário aumentar a participação das proteínas em nossa matriz energética;
- estabelecer, de acordo com seu objetivo de manutenção/perda de peso, alguns parâmetros para o consumo de outros tipos de carboidratos (na maioria dos casos isso significará restringir sua quantidade em relação ao atual) que vem de frutas, legumes, verduras e castanhas;
- Caprichar nas folhas verdes, azeite de oliva extra virgem, peixes e frutos do mar, carnes, órgãos animais e frango.
Veja este vídeo de 2 minutos que resume o que falamos neste post.
Referências bibliográficas:
[1] TAUBES, Gary. Why we get fat and what to do about it. USA: [Editora], 2011.
[2] MOORE, Jimmy. Cholesterol clarity. USA: , 2013.
Com certeza um dos principais fatores par uma vida saudável é a dieta alimentar (forma de se alimentar e não de regimes para perda de peso).
Outros fatores importantes são dormir bem, nível de stress controlado e atividade física regular.
Boa dieta é aquela que dá níveis adequados de energia e nutrientes necessários para o organismo desempenhar bem suas funções, com consequente manutenção do peso em níveis adequados.
Este tipo de dieta reduz a probabilidade de doenças no curto e longo prazo.
A visão tradicional de dieta saudável, baseada na famosa pirâmide alimentar, nos diz que devemos concentrar nossa alimentação em carboidratos (pães, massas, grãos entre outros) com importante participação de proteínas e o mínimo de gordura.
Ela também diz que devemos evitar a gordura saturada proveniente de animais pois esta provavelmente vai entupir as artérias, já que aumenta o colesterol LDL (conhecido como "ruim").
No caso de pessoas que querem perder peso, o senso comum e a maioria dos nutricionistas já tem a receita pronta: reduzir as porções e se exercitar mais! Eles acreditam na fórmula mágica do balanço energético (calories in - calories out): é só gastar mais calorias do que consumimos!
Por que então tantas pessoas seguem estes conselhos por tanto tempo e não conseguem emagrecer no médio/longo prazo?
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| Seguimos as diretrizes tradicionais, mas mais gente ficou obesa |
Algo parece estar errado. Ao longo de nossa trilha gostaríamos de desmistificar estes assuntos e mostrar que nem sempre o senso comum faz sentido.
Veja nossa visão de dieta saudável baseada nos autores [1] que acreditam em algo alternativo ao tradicional - a alimentação à base de Comida de Verdade, com fundamentos vindo da teoria da evolução humana:
- menor capacidade de geração rápida de glicose no sangue;
- mais natural possível (baixo uso de conservantes, estabilizantes e afins, assim como ausência de processos industriais químicos e físicos pesados);
- nosso corpo esteja adaptado a processar de forma eficiente (eficiência aqui não tem o mesmo sentido de eficiência metabólica).
Na prática, isso significa:
- reduzir drasticamente (se possível eliminar) a ingestão de carboidratos simples refinados vindos de alimentos com açúcar, glúten, grãos (mesmo os integrais) e farinha de trigo principalmente e óleos de grãos
- cuidar para que sua as gorduras saturadas e mono insaturadas tenham papel importante como fonte de energia [2], evitando-se as trans e poliinsaturadas (com exceções);
- que não é necessário aumentar a participação das proteínas em nossa matriz energética;
- estabelecer, de acordo com seu objetivo de manutenção/perda de peso, alguns parâmetros para o consumo de outros tipos de carboidratos (na maioria dos casos isso significará restringir sua quantidade em relação ao atual) que vem de frutas, legumes, verduras e castanhas;
- Caprichar nas folhas verdes, azeite de oliva extra virgem, peixes e frutos do mar, carnes, órgãos animais e frango.
Veja este vídeo de 2 minutos que resume o que falamos neste post.
Referências bibliográficas:
[1] TAUBES, Gary. Why we get fat and what to do about it. USA: [Editora], 2011.
[2] MOORE, Jimmy. Cholesterol clarity. USA: , 2013.


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