Tudo o que foi exposto até aqui está relacionado com uma dieta LOW CARB e maior consumo de gorduras boas. Não é incomum que pessoas confundam estes conceitos com a "Dieta da Proteína". Apesar da intersecção (LOW CARB nas duas), concentrar a matriz energética em gorduras ou proteínas faz muita diferença.
Uma das "Dietas da Proteína", a Dukan, de início sugere um cardápio bastante mais limitado, pois exclui os alimentos ricos em gordura e a gordura de alguns alimentos ricos em proteína (como por exemplo o frango, cuja resultante de suas premissas é retirar a pele pois contém gorduras). Ela incentiva alimentos "light", como iogurte e leite desnatados! Outra diferença marcante se dá no tema grãos. Dukan acredita que você deve voltar a consumi-los assim que perder o peso objetivo, mesmo que contenham glúten. Ao final da dieta, chamada por Dukan de fase 4 (estabilização), você volta a ter o cardápio totalmente liberado, desde que siga 3 regras pelo resto da vida (1 dia fixo de proteína por semana, 3 colheres de sopa de farelo de aveia/dia, 20 minutos de caminhada por dia). Um ponto para refletir é se faz sentido voltar a comer tudo aquilo que lhe fez mal. Por que reintroduzir no cardápio alimentos que aumentam os triglicérides no sangue, podem causar diabetes tipo 2 e resistência à insulina, além de dificultar a queima de gorduras?
Aqui é importante ressaltar outro ponto: alguns grupos de proteínas estimulam a produção de insulina em níveis "altos". Ou seja, podem trabalhar contra o objetivo de queima de gordura para perda de peso. Traduzindo: basear a matriz energética em proteínas pode dificultar a perda e/ou manutenção de peso.
Um mito comum sobre a proteína é o de que seu alto teor na alimentação combinada com musculação vai necessariamente trazer crescimento de músculos. Tal crescimento também depende de genética/hormônios, além de que o excesso de proteínas na alimentação será descartada pelo corpo.
Portanto, os pontos expostos neste texto assim como nos posts anteriores, reforçam a tese de que a dieta que tem boa gordura é a que pode fazer mais sentido para as pessoas. Gordura como fonte principal de energia pode ajudar na variabilidade do cardápio, na manutenção de alto nível de energia prontamente disponível, assim como ajuda a atingir o peso "ideal".
Uma das "Dietas da Proteína", a Dukan, de início sugere um cardápio bastante mais limitado, pois exclui os alimentos ricos em gordura e a gordura de alguns alimentos ricos em proteína (como por exemplo o frango, cuja resultante de suas premissas é retirar a pele pois contém gorduras). Ela incentiva alimentos "light", como iogurte e leite desnatados! Outra diferença marcante se dá no tema grãos. Dukan acredita que você deve voltar a consumi-los assim que perder o peso objetivo, mesmo que contenham glúten. Ao final da dieta, chamada por Dukan de fase 4 (estabilização), você volta a ter o cardápio totalmente liberado, desde que siga 3 regras pelo resto da vida (1 dia fixo de proteína por semana, 3 colheres de sopa de farelo de aveia/dia, 20 minutos de caminhada por dia). Um ponto para refletir é se faz sentido voltar a comer tudo aquilo que lhe fez mal. Por que reintroduzir no cardápio alimentos que aumentam os triglicérides no sangue, podem causar diabetes tipo 2 e resistência à insulina, além de dificultar a queima de gorduras?
Aqui é importante ressaltar outro ponto: alguns grupos de proteínas estimulam a produção de insulina em níveis "altos". Ou seja, podem trabalhar contra o objetivo de queima de gordura para perda de peso. Traduzindo: basear a matriz energética em proteínas pode dificultar a perda e/ou manutenção de peso.
Um mito comum sobre a proteína é o de que seu alto teor na alimentação combinada com musculação vai necessariamente trazer crescimento de músculos. Tal crescimento também depende de genética/hormônios, além de que o excesso de proteínas na alimentação será descartada pelo corpo.
Portanto, os pontos expostos neste texto assim como nos posts anteriores, reforçam a tese de que a dieta que tem boa gordura é a que pode fazer mais sentido para as pessoas. Gordura como fonte principal de energia pode ajudar na variabilidade do cardápio, na manutenção de alto nível de energia prontamente disponível, assim como ajuda a atingir o peso "ideal".
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